Bahia: Jacobina ocupa a posição 199º do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM)

Foto: Divulgação 

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Apesar de saltar uma posição, saindo do 200º para o 199º lugar no Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal, Jacobina continua ocupando um posto nada honroso segundo o IFDM 2018, que monitora os indicadores sociais em 5.471 municípios, onde vivem 99,5% da população brasileira. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (28) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados de 2016.

O IFDM – Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal – é um estudo do Sistema FIRJAN que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

A Bahia é o estado com o maior percentual (34%) de municípios entre os 500 menos desenvolvidos, seguida pelo Maranhão (20%) e Pará (13%).

Estão entre os municípios com os piores índices de desenvolvimento duas cidades da Bahia: Nova Canaã (5476ª) e Piritiba (5464ª).

Na região, o município de Várzea Nova, na posição 4409º no Brasil e 129º na Bahia, supera Jacobina, que ficou, respectivamente, com o 4819º no Brasil e 199º na Bahia.

Para a Firjan, o problema não é a falta de recursos. “A principal barreira para o desenvolvimento dos municípios é a gestão mais eficiente dos recursos. Dessa forma, acelerar o desenvolvimento no interior do país passa por uma política ampla de capacitação e aprimoramento dos gestores públicos, sobretudo, nas regiões menos desenvolvidas”, diz um trecho do relatório.

Segundo o diagnóstico, não houve diminuição de transferência de recursos financeiros para os municípios, mas sim falta de gestão eficiente. “Acelerar o desenvolvimento no interior do país passa por uma política ampla de capacitação e aprimoramento dos gestores públicos, sobretudo nas regiões menos desenvolvidas”, defendem os autores do IFDM.

Veja os gráficos abaixo que mostram IFDM de Jacobina com base em dados de 2016:

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