Cidade do Ouro: Jacobina comemora 138 anos de emancipação política

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O município de Jacobina completa 138 anos de emancipação político-administrativa neste sábado (28).

“Nesta data festiva quero aplaudir o município de Jacobina por trilhar o caminho do progresso de forma digna, desejando que sua população mantenha viva a história desse município tão importante do interior da Bahia”,  declarou nesta manhã o prefeito Luciano Pinheiro .

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“Cidade do Ouro” – “Rodeada de serras majestosas. Dos Payayás herdamos Jacobina. A mais linda terra entre as formosas. Na encosta da Chapada Diamantina”. O trecho do hino municipal descreve um pouco essa pacata cidade do interior baiano. O lugar é também conhecido como “Cidade do Ouro”, nome dado por conta da grande concentração desse metal precioso em seu território, fator determinante para o surgimento do município.

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Na procura pelo ouro, centenas de garimpeiros se concentraram nas margens do rio Itapicuru Mirim, localizado no terreno jacobinense, e deram origem a um arraial. A localidade cresceu e em 1720 foi elevada à categoria de vila com o nome de Santo Antônio de Jacobina. Devido a grande quantidade do metal precioso encontrada por lá, no ano de 1727 o governo provincial criou uma casa de fundição na localidade, que em apenas dois anos arrecadou mais de 3.000 libras auríferas.

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A descoberta de diamantes na Chapada Diamantina em meados do século XIX levou a migração dos garimpeiros que exploravam o território jacobinense, êxodo que retardou a emancipação local. Em 1880 a vila foi emancipada e teve o nome simplificado para Jacobina. Uma das justificativas para o nome do município é a que versa sobre a junção dos nomes do casal de índios Jacó e Bina.

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Jacobina é cercada por cachoeiras serras e grutas, que permitem o ecoturismo e a prática de esportes radicais, a exemplo do rapel. Na culinária merecem destaque os doces de marmelo, goiaba e banana. O padroeiro local, comemorado em 13 de junho, é Santo Antônio. 

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