Professor lança livro sobre história e memórias dos primeiros jornais de Jacobina

O professor Dr. Adriano Menezes fez uma ampla pesquisa sobre a história da imprensa jacobinense na primeira metade do século XX. Esse trabalho primoroso acabou rendendo um livro, que acaba ser publicado pela Editora CRV.

O lançamento oficial do livro “Imprensa e Identidade Sertaneja: discurso e prática de leitura no Piemonte da Chapada Diamantina, Bahia (1916-1943)” aconteceu nesta segunda-feira (11), durante um encontro virtual  transmitido pelo canal TV UNEB, no YouTube.

Além do autor do livro, o professor Adriano Menezes, que é docente da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), lotado no Curso de Letras – Língua Portuguesa e Literaturas, do Departamento de Ciências Humanas (DCH IV), Jacobina,  o encontro virtual, que foi mediado pelo designer gráfico Evandro Augusto Ferreira, contou também com a presença do professor Dr. José Damião Rodrigues, da Universidade de Lisboa, e do professor Dr.  Valter de Oliveira,  que lidera o grupo de pesquisa Núcleo de Estudos em Cultura e Cidade (NECC), em Jacobina.

Fruto da tese de doutorado em História e Cultura do Brasil, defendida pelo professor Adriano Menezes na Universidade de Lisboa, o livro busca retratar o nascimento e a morte dos primeiros jornais que circularam no Piemonte da Chapada Diamantina nas primeiras décadas do século XX, com foco principal na cidade de Jacobina, desde o jornal A Primeira, de 1916, encerrando com o jornal O Lidador, que representou um marco para a imprensa jacobinense à época.

Em Jacobina, o livro  “Imprensa e Identidade Sertaneja: discurso e prática de leitura no Piemonte da Chapada Diamantina, Bahia (1916-1943)” pode ser adquirido na Sertão – Livraria e Café, na Praça da Bíblia, ou  pelo https://www.facebook.com/sertao.livros. Além das lojas virtuais em várias sites da internet.

Assista o lançamento virtual do livro no canal  TV UNEB: 

One thought on “Professor lança livro sobre história e memórias dos primeiros jornais de Jacobina

  • 12 de Janeiro, 2021 at 12:56 pm
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    Esess caras nunca leram um New York Times, Washington Post, Times of London. Le Monde, Folha de São Paulo e Estadão tem que se resumir a falar do A Palavra e outros. Isso condiz com sua pequenez intelectualoide.

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