Luciano da Locar quer envolver setores da sociedade civil organizada em futura gestão

Demonstrando pressa em reestruturar as finanças públicas para promover as ações que acredita serem prioritárias para o município de Jacobina, o candidato a prefeito Luciano da Locar (DEM), vem reiterando em suas entrevistas e declarações à imprensa a necessidade urgente de frear a “gastança” do erário com contratações e terceirizações inconsequentes praticadas pela atual administração. Na sua visão, Luciano da Locar entende, por exemplo, ser vultosos e inadmissíveis os valores pagos pela gestão do atual prefeito para terceirizações nas áreas de limpeza pública, iluminação, saúde entre outros. Para ele, falta critério e transparência na aplicação dos impostos pagos pelos contribuintes.
Em seus encontros permanentes com representantes das associações de moradores de bairros e povoados, empresários, estudantes, igrejas, sindicatos e demais entidades de classe, Luciano da Locar tem reafirmado que sua futura gestão será pautada pela transparência na aplicação dos recursos públicos. “Vamos criar uma comissão plural e participativa de acompanhamento orçamentário em nossa administração, envolvendo o máximo de setores da sociedade civil de Jacobina, pois vamos brigar para que cada centavo do dinheiro pago pelo contribuinte se transforme em serviços públicos de qualidade para o cidadão e sua família”, enfatiza.
Digo a cada um que me pergunta: “Luciano, por que você quer ser prefeito de Jacobina?”, digo a elas, que não serei um prefeito para aumentar meu currículo político ou satisfazer vaidades pessoais, mas para mostrar que é possível melhorar a vida das pessoas da nossa cidade; que os problemas mais simples reclamados diariamente pela população podem ser resolvidos com boa vontade e disposição para o trabalho. O que vemos é uma completa falta de comando. Não dá pra ver o cidadão cobrar todos os dias a solução para os buracos que infestam nossas ruas e avenidas, a falta de medicamentos básicos, as ruas escuras, o esgoto jorrando na porta das casas, o mato crescendo nos bairros periféricos e conjuntos habitacionais, as estradas vicinais que ligam a sede aos distritos e povoados em completo estado de abandono, enquanto contratos milionários e sem qualquer justificativa entram na vala das terceirizações. Vamos mudar essa história!!”, acrescenta.
