Agricultura e Vigilância Sanitária discutem a comercialização de carnes com feirantes do Junco
Representantes da Secretaria de Agricultura, Tributos e Vigilância Sanitária, estiveram na manhã desta sexta-feira (12), reunidos com marchantes do distrito do Junco para discutir as condições da comercialização de carnes na feira livre da localidade.
O encontro faz parte do cumprimento da orientação do Ministério Público Estadual, Promotoria Pública de Jacobina, que solicitou que o município tivesse momentos de conscientização da necessidade de se cumprir o que determina a lei sobre a observância da procedência, o armazenamento e o local da comercialização de carnes na sede e no interior do município.
A diretora da Vigilância Sanitária, Milene Vasconcelos chamou a atenção para a urgência adequação na comercialização dos produtos para que não ocorram prejuízos econômicos para a comunidade e até mesmo prisões, em casos de reincidência, no momento de uma fiscalização do MP. “A Promotoria Pública solicitou que conversássemos coem todos os feirantes do município, alertando para o cumprimento da exigência da lei que proíbe a comercialização inadequada de produtos perecíveis, principalmente as carnes, sob pena de a gestão municipal ser multada e os que forem flagrados desobedecendo podendo ser presos, caso sejam reincidentes”, ponderou.
O secretário da Agricultura, Vlamir Mendes, destacou a necessidade da organização dos marchantes, através da associação, para que juntos e fortalecidos busquem melhorias para a categoria, colocando a pasta à disposição para eventuais necessidades. “Uma das principais orientações do prefeito Luciano é que as secretarias municipais trabalhem voltadas exclusivamente no sentido de resolver as questões para a melhoria das condições de vida da população”, disse.
Ficou acertada entre os presentes que uma equipe da Prefeitura, composta pelas secretarias da Agricultura, Infraestrutura e a Diretoria de Vigilância Sanitária, fará uma inspeção do local onde se comercializa as carnes para definir quais ações serão necessárias para adequar o ambiente ao que se determina a lei.
