Sudesb fala sobre suposta sabotagem nas obras de recuperação de Jacobina
Em e-mail enviado à redação do blog Jacobina 24 Horas, a direção da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb), comenta sobre a suposta sabotagem nas obras de recuperação do estádio José Rocha, na cidade de Jacobina.
Veja nota abaixo:
1. A Sudesb tomou ciência deste fato a partir das informações veiculadas por blogs de Jacobina. Não houve, até agora, nenhuma comunicação formal sobre assunto por parte da Prefeitura, relatando os acontecimentos e problemas decorrentes.
2. Ao tomar ciência, mesmo informalmente, da situação, a Sudesb entrou em contato com prepostos da Prefeitura e da empresa SOS para entender o que realmente aconteceu. Segundo a empresa, a Coelba fez a ligação na quinta-feira (22/01) e já na sexta-feira (23/01), a SOS iniciou os procedimentos para ligação. Naquele momento, foi constatado o funcionamento de três das quatro torres.
O não funcionamento da quarta torre de iluminação se deu em função do furto de 25 metros de cabo. Ao constatar o fato, o representante da empresa negociou com uma equipe da Prefeitura, assumindo a compra de novos cabos, ficando a instalação a cargo da Prefeitura. Portanto, a SOS teria deixado três torres funcionando, sendo que a quarta torre teria sua regularização realizada por parte da Prefeitura.
3. Nos causa estranheza, o fato de pessoas externas ao quadro da Prefeitura terem sido autorizadas “voluntariamente” a ter acesso aos quadros de energia do estádio, colocando em risco os serviços e as pessoas, já que energia é uma área que exige especialização e envolve risco às vidas de quem nela atua. Quem eram essas pessoas? Qual a sua qualificação técnica para analisar a condição do sistema elétrico do estádio?
4. A Sudesb, por meio da sua Diretoria de Operações, designou um engenheiro eletricista para fazer uma auditoria no sistema elétrico do estádio, tendo foco especial nas torres de iluminação, para entender o que realmente aconteceu. Após o relatório desta vistoria, serão tomadas as medidas cabíveis.
5. Por fim, cumpre esclarecer que a obrigação da Sudesb era entregar as torres em condição de funcionamento e isso aconteceu desde fevereiro de 2015. O projeto elétrico e os trâmites junto à Coelba eram encargos do município. Como o mesmo se negou a fazê-lo à época, para ver a obra concluída e em funcionamento, a Sudesb assumiu este serviço adicional. Portanto, o atraso da obra está relacionado a este fato.
