Municípios

Uma década após lei, lixão a céu aberto ameaça saúde da população de Várzea do Poço

Prefeitura despeja lixo de forma inadequada; gases e chorume aumentam proliferação de doenças e impactam meio ambiente

Uma década após a sanção da Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei N. 12.305/10 de 2 de agosto de 2010, o lixão a céu aberto ameaça a saúde da população e impacta diretamente no meio ambiente de Várzea do Poço, município do norte baiano.
Discutida por 21 anos no Congresso Nacional, a lei trouxe inovações na gestão e gerenciamento dos resíduos sólidos. Assim, o município tinha que tratar todos os seus resíduos sólidos (que podem ou não ser reciclados) e os seus rejeitos.
Longe do que indica a Legislação, todo o lixo de Várzea do Poço é jogado ao ar livre ocasionando a presença de animais peçonhentos que causam doenças e odor insuportável que incomoda quem trabalha ou passa perto do local. Muito grave, também, é o fato de que a decomposição do lixo gera o chorume, líquido que contamina o solo (lençóis freáticos) e os recursos hídricos.
Cumprir a lei e incentivar a reciclagem e a reutilização – com o apoio a cooperativa e desoneração/incentivo fiscal aos que aderirem às ações -, devem ser levados a sério pela gestão municipal. Já passou da hora, Lei é pra ser cumprida.

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